"A pesquisa Ibope para a Rede Globo sobre as eleições presidenciais aponta uma diferença de 5 pontos para Dilma sobre Serra . A margem de erro é de 2%. Dilma 39% x 34% Serra. No segundo turno, Serra 40% x 46% Dilma."
Da vontade de chorar, né?
Será possível que o povo brasileiro seja tão estúpido? Acho que não.
Pesquisa eleitoral no Brasil virou instrumento de campanha, não vence eleição, mas ajuda muito na arrecadação da grana, da bufunfa que inunda as campanhas. Dinheiro, muuuito dinheiro.
Os petistas estavam crentes que a essa altura do campeonato a "doutora" estaria disparada na frente, eleita no 1º turno. Mas não é o que estamos vendo.
Serra segue empatado tecnicamente, a despeito de todas as ilegalidades, de Lula não sair do palanque, de toda a baixaria e uso descarado da máquina pública. Eles estão preocupadíssimos.
E tem mais, se o Lula tivesse essa popularidade toda estaria nos braços do povo e não falando para claques petistas(pagas!) pelo Brasil a fora.
Continuo achando que o Serra será o próximo presidente do Brasil.
sábado, 31 de julho de 2010
Coturno Noturno certíssimo! Como sempre.
"Estamos vivendo o período mais mentiroso da história do Brasil. José Serra(PSDB) abordou este tema sob o ponto-de-vista do confronto, com a sua frase que dizia que "quanto mais mentiras disserem sobre nós, mais verdades diremos sobre eles". É preciso extrapolar a frase para além do embate político. Nunca um governo mentiu tanto para um povo. É um conjunto tão grande de mentiras que é necessário, nesta campanha eleitoral, IR AO LOCAL DO CRIME E MOSTRAR O CORPO ESTENDIDO NO CHÃO. O povo brasileiro que elege presidente não entende outra linguagem, a não ser o estilo Datena. Não adianta só falar de estradas da morte. É preciso mostrar a mãe com três filhos no colo que perdeu o marido que vinha do trabalho. Quantos são por ano no Brasil? Se não for assim, a ficha não cai. Nesta linha realista e indignada, é preciso explicar a mentira do PAC e a sua "prateleira de projetos". É preciso explicar a mentira do trem-bala e os R$ 50 bilhões que serão jogados em 500 km, sem gerar um único tostão de dinheiro novo para o país. Perguntem para quem mora próximo ao lixão de Volta Redonda se eles preferem acabar com ele, fazer escola, hospital ou um "trem de asa" passando a 300 km por hora pela cidade. É preciso acordar, porque o programa da Dilma na TV está pronto, só não vê quem não quer. Lula já chorou três vezes em comícios para as câmeras, a pedido do marqueteiro João Santana, para parecer um pranto real, emocional, melodramático. É assim que vai ser o programa do PT. Então não dá para vir com o mesmo discurso de sempre. Não dá para botar razão contra a emoção. Eles não têm como ser racionais, pois a candidatura deles é uma farsa, um embuste, um truque. A única coisa que pode alavancar a candidata é o emocionalismo da campanha. Assim sendo não tem espaço para as mesmas promessas de sempre, feitas do mesmo jeito de sempre ou com modismos que justificam aumento dos honorários de marketing. Obama já era , meu chapa. Se tem marqueteiro querendo obamizar a campanha, chuta pra lá, já passou, é velho. No Brasil, é preciso fazer uma campanha indignada e há motivos de sobra para que as mentiras sejam mostradas com revolta pela oposição. Ao diabo com as pesquisas qualitativas e com o tangenciamento da campanha pelos trackings e pelas pesquisas vendidas dos institutos. Ao diabo com as crises de autoria, pois o povo brasileiro quer saber da coisa pronta e não está nem aí para quem fez, quem teve a idéia, quem começou. Ao diabo com as sutilezas, está na hora de dizer: eu sou melhor do que ela, enquanto eu fiz esta estrada, ela não fez esta, enquanto eu fiz este metrô, ela não fez este, enquanto eu fiz esta escola técnica, ela inaugurou a pedra fundamental desta, enquanto eu aprovei esta lei, ela nunca teve um voto, enquanto eu salvava o Marco Aurélio Garcia no Chile, ela pegava em fuzil aqui no Brasil, por que não? Serra é mil vezes melhor do que Dilma. Campanha eleitoral é comparação e isto deve ser feito desde o primeiro segundo na TV, por ângulos que sejam compreendidos por segmentos que decidem as eleições. Não é a comparação do PASSADO x FUTURO, meras abstrações. É a campanha do HOJE x AMANHÃ, do que está acontecendo AGORA e como seria fácil fazer diferente AGORA. A comparação feita diante do problema que está ali, claro, na cara do eleitor. É preciso jogar para vencer ou o país vai perder o rumo. Ninguém quer ataques gratuitos e mentirosos. Quanto mais mentiras eles contarem sobre o Brasil, mais verdades nós mostraremos ao povo brasileiro. Este é slogan correto. O que mais assusta o PT e a sua máquina de corrupção é quando a verdade aparece, como no caso das FARC. Se a verdade aparecer sobre tudo que foi jogado para debaixo do tapete, a eleição estará ganha. E não é contra o Lula, que ele não fez nada. Quem fez tudo foi a Dilma, ele mesmo já afirmou." Leia mais aqui
Lula anda chorando nos comícios porque seu tempo está acabando
sexta-feira, 30 de julho de 2010
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Dossiê Gemini - A história de uma grande maracutaia
Por João Vinhosa
Não há como desconhecer a realidade: quando se fala da existência de um dossiê, os apontados como prováveis autores do conjunto de documentos se apressam em negar sua participação na montagem do mesmo.
Por outro lado, os apontados como envolvidos nos fatos que deram origem ao dossiê se antecipam à divulgação dos documentos passíveis de comprometê-los, e tentam desqualificar as notícias vazadas pela mídia.
Normalmente, aqueles que são o alvo das acusações afirmam que as alegadas comprovações de ilícitos são falsas, e desafiam os anônimos autores do dossiê a desmenti-los.
E, diante da batalha de desmentidos, quase sempre, o dossiê é abortado.
Essa rotineira seqüência de fatos, na grande maioria das vezes, faz com que a apuração de graves crimes contra o interesse público não se realize.
Por contrariar tudo que está acima descrito, o caso do Dossiê Gemini é inédito, como será esclarecido ao final.
Tal dossiê tem esse nome porque trata de problemas relativos à Gemini – sociedade formada pela Petrobras com uma empresa pertencente a um grupo norte-americano para produzir e comercializar gás natural liquefeito (GNL).
No caso em pauta, dois procedimentos impressionam sobremaneira: o de Dilma Rousseff e o do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria do Petróleo (Sindipetro-RJ).
O Sindipetro foi a entidade que denunciou explicitamente a ocorrência de “corrupção mesmo” no caso Gemini. Além das contundentes matérias publicadas em seu jornal, deve ser destacada a categórica entrevista concedida por seu diretor-geral Emanuel Cancella ao jornal do Sindisprev. Acontece que o Sindipetro não toca mais no assunto. Isso é por demais sintomático, pois a principal bandeira da entidade é a campanha “O petróleo tem que ser nosso”, e a Gemini vai contra tudo que a campanha prega.
Quanto à Dilma Rousseff, ela – na condição de presidente do Conselho de Administração da Petrobras – foi colocada a par de todas as graves acusações relativas à Gemini, e não se manifestou a respeito.
Tal fato é absolutamente inadmissível, porque referida sociedade foi arquitetada no período em que ela, além comandar o Conselho de Administração da Petrobras era a Ministra de Minas e Energia. As diversas correspondências protocoladas para Dilma Rousseff fazem parte dos documentos anexos ao referido dossiê.
A seguir, o esclarecimento sobre os fatos que permitem afirmar porque é inédito o caso do Dossiê Gemini.
Em primeiro lugar, diferentemente da maioria dos dossiês, o Dossiê Gemini tem um autor, e esse autor, há anos, se apresenta para discutir abertamente seu conteúdo.
Em segundo lugar, nunca apareceu qualquer pessoa disposta a contestar as acusações contidas no Dossiê Gemini (que vem sendo distribuído e atualizado desde 2007).
Em terceiro lugar, a demonstração definitiva do ineditismo: O Dossiê Gemini será publicado, e ficará disponível na internet.
Apresentação do dossiê
O Dossiê Gemini: Julho de 2010 é uma versão atualizada do Dossiê Gemini, elaborado em 2007, e revisto em 2008 e em 2009. Por meio de tal conjunto de documentos, fica comprovado de maneira incontestável que a constituição da Gemini (sociedade formada pela Petrobras com uma empresa cuja totalidade das quotas pertence a um grupo norte-americano) foi um autêntico crime de lesa-pátria.
A Gemini, cujo objetivo é a produção e comercialização de gás natural liquefeito (GNL), entrou em operação em 2006, depois de ter sido – de modo por demais suspeito – aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).
Desde o início de 2004, época em que foi anunciada a negociação entre as partes, tal sociedade tem sido acusada de ser altamente lesiva ao interesse nacional.
Após a divulgação do Dossiê Gemini, no início de 2007, as denúncias contra a sociedade foram se acumulando, o que provocou suas revisões e atualizações.
Denúncia explícita de “corrupção mesmo” (aquela na qual se mostra a inconfundível mala recheada de dinheiro, contendo o nome do doador) foi tornada pública pelo próprio jornal do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Petróleo (Sindipetro/RJ).
Correspondências denunciando os diversos atos lesivos ao interesse público que tornaram um grupo privado o grande beneficiário de nosso GNL foram protocoladas ao longo dos anos diretamente para a presidente do Conselho de Administração da Petrobras, Dilma Rousseff.
Preocupações manifestadas sobre o envolvimento da empresa escolhida para sócia majoritária da Gemini com malversação de recursos públicos – apesar de desconsideradas pela Petrobras – foram julgadas pertinentes pelo Ministério Público Federal (MPF).
Categóricas comprovações de formação de cartel levaram a Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça (SDE) a propor ao CADE pena máxima à sócia escolhida pela Petrobras.
Alertas sobre o risco corrido pelo dinheiro público diante do fato de a Gemini ter contratado a preços sigilosos sua sócia majoritária para a prestação de todos os serviços necessários à produção e comercialização do GNL apresentavam questionamentos preocupantes, como, por exemplo: a empresa que havia superfaturado contra o Exército Brasileiro (fato comprovado pelo TCU), havia lesado a ABIN (fato comprovado pela Justiça Federal, que veio a condená-la) e participava de cartel para fraudar licitações e superfaturar contra nossos miseráveis hospitais públicos (fato comprovado pela SDE), agiria honestamente com a Petrobras?
Em decorrência da total omissão da Petrobras diante das denúncias contra a sociedade, ficou constatada a necessidade de ser montado o conjunto de documentos, que, agora, é apresentado com o título Dossiê Gemini: Julho de 2010.
Para melhor entendimento, esta última versão foi dividida em onze itens. Por questão de disponibilidade de espaço, os onze itens serão divididos em cinco partes, que serão publicadas no Alerta Total, conforme a programação a seguir detalhada.
Programação de publicação
Sábado (31): Parte I (Item 1 – Breve histórico; Item 2 – Considerações sobre o gás natural liquefeito).
Domingo (1): Parte II (Item 3 – A suspeitíssima aprovação da sociedade pelo CADE; Item 4 – A sócia que ainda não teve condenação transitada em julgado).
Segunda-feira (2): Parte III (Item 5 – A sócia majoritária como prestadora de serviços; Item 6 – A Gemini e Dilma Rousseff).
Terça-feira (3): Parte IV (Item 7 – A Gemini e o Conselho de Administração da Petrobras; Item 8 – A tentação dos preços sigilosos; Item 9 – A desastrosa opção: constituir uma sociedade).
Quarta-feira (4): Parte V (Item 10 – Conclusões; Item 11 – Relação de anexos (ANEXO I a ANEXO XXIII).
João Vinhosa é ex-conselheiro do extinto Conselho Nacional do Petróleo. joaovinhosa@hotmail.com
Não há como desconhecer a realidade: quando se fala da existência de um dossiê, os apontados como prováveis autores do conjunto de documentos se apressam em negar sua participação na montagem do mesmo.
Por outro lado, os apontados como envolvidos nos fatos que deram origem ao dossiê se antecipam à divulgação dos documentos passíveis de comprometê-los, e tentam desqualificar as notícias vazadas pela mídia.
Normalmente, aqueles que são o alvo das acusações afirmam que as alegadas comprovações de ilícitos são falsas, e desafiam os anônimos autores do dossiê a desmenti-los.
E, diante da batalha de desmentidos, quase sempre, o dossiê é abortado.
Essa rotineira seqüência de fatos, na grande maioria das vezes, faz com que a apuração de graves crimes contra o interesse público não se realize.
Por contrariar tudo que está acima descrito, o caso do Dossiê Gemini é inédito, como será esclarecido ao final.
Tal dossiê tem esse nome porque trata de problemas relativos à Gemini – sociedade formada pela Petrobras com uma empresa pertencente a um grupo norte-americano para produzir e comercializar gás natural liquefeito (GNL).
No caso em pauta, dois procedimentos impressionam sobremaneira: o de Dilma Rousseff e o do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria do Petróleo (Sindipetro-RJ).
O Sindipetro foi a entidade que denunciou explicitamente a ocorrência de “corrupção mesmo” no caso Gemini. Além das contundentes matérias publicadas em seu jornal, deve ser destacada a categórica entrevista concedida por seu diretor-geral Emanuel Cancella ao jornal do Sindisprev. Acontece que o Sindipetro não toca mais no assunto. Isso é por demais sintomático, pois a principal bandeira da entidade é a campanha “O petróleo tem que ser nosso”, e a Gemini vai contra tudo que a campanha prega.
Quanto à Dilma Rousseff, ela – na condição de presidente do Conselho de Administração da Petrobras – foi colocada a par de todas as graves acusações relativas à Gemini, e não se manifestou a respeito.
Tal fato é absolutamente inadmissível, porque referida sociedade foi arquitetada no período em que ela, além comandar o Conselho de Administração da Petrobras era a Ministra de Minas e Energia. As diversas correspondências protocoladas para Dilma Rousseff fazem parte dos documentos anexos ao referido dossiê.
A seguir, o esclarecimento sobre os fatos que permitem afirmar porque é inédito o caso do Dossiê Gemini.
Em primeiro lugar, diferentemente da maioria dos dossiês, o Dossiê Gemini tem um autor, e esse autor, há anos, se apresenta para discutir abertamente seu conteúdo.
Em segundo lugar, nunca apareceu qualquer pessoa disposta a contestar as acusações contidas no Dossiê Gemini (que vem sendo distribuído e atualizado desde 2007).
Em terceiro lugar, a demonstração definitiva do ineditismo: O Dossiê Gemini será publicado, e ficará disponível na internet.
Apresentação do dossiê
O Dossiê Gemini: Julho de 2010 é uma versão atualizada do Dossiê Gemini, elaborado em 2007, e revisto em 2008 e em 2009. Por meio de tal conjunto de documentos, fica comprovado de maneira incontestável que a constituição da Gemini (sociedade formada pela Petrobras com uma empresa cuja totalidade das quotas pertence a um grupo norte-americano) foi um autêntico crime de lesa-pátria.
A Gemini, cujo objetivo é a produção e comercialização de gás natural liquefeito (GNL), entrou em operação em 2006, depois de ter sido – de modo por demais suspeito – aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).
Desde o início de 2004, época em que foi anunciada a negociação entre as partes, tal sociedade tem sido acusada de ser altamente lesiva ao interesse nacional.
Após a divulgação do Dossiê Gemini, no início de 2007, as denúncias contra a sociedade foram se acumulando, o que provocou suas revisões e atualizações.
Denúncia explícita de “corrupção mesmo” (aquela na qual se mostra a inconfundível mala recheada de dinheiro, contendo o nome do doador) foi tornada pública pelo próprio jornal do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Petróleo (Sindipetro/RJ).
Correspondências denunciando os diversos atos lesivos ao interesse público que tornaram um grupo privado o grande beneficiário de nosso GNL foram protocoladas ao longo dos anos diretamente para a presidente do Conselho de Administração da Petrobras, Dilma Rousseff.
Preocupações manifestadas sobre o envolvimento da empresa escolhida para sócia majoritária da Gemini com malversação de recursos públicos – apesar de desconsideradas pela Petrobras – foram julgadas pertinentes pelo Ministério Público Federal (MPF).
Categóricas comprovações de formação de cartel levaram a Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça (SDE) a propor ao CADE pena máxima à sócia escolhida pela Petrobras.
Alertas sobre o risco corrido pelo dinheiro público diante do fato de a Gemini ter contratado a preços sigilosos sua sócia majoritária para a prestação de todos os serviços necessários à produção e comercialização do GNL apresentavam questionamentos preocupantes, como, por exemplo: a empresa que havia superfaturado contra o Exército Brasileiro (fato comprovado pelo TCU), havia lesado a ABIN (fato comprovado pela Justiça Federal, que veio a condená-la) e participava de cartel para fraudar licitações e superfaturar contra nossos miseráveis hospitais públicos (fato comprovado pela SDE), agiria honestamente com a Petrobras?
Em decorrência da total omissão da Petrobras diante das denúncias contra a sociedade, ficou constatada a necessidade de ser montado o conjunto de documentos, que, agora, é apresentado com o título Dossiê Gemini: Julho de 2010.
Para melhor entendimento, esta última versão foi dividida em onze itens. Por questão de disponibilidade de espaço, os onze itens serão divididos em cinco partes, que serão publicadas no Alerta Total, conforme a programação a seguir detalhada.
Programação de publicação
Sábado (31): Parte I (Item 1 – Breve histórico; Item 2 – Considerações sobre o gás natural liquefeito).
Domingo (1): Parte II (Item 3 – A suspeitíssima aprovação da sociedade pelo CADE; Item 4 – A sócia que ainda não teve condenação transitada em julgado).
Segunda-feira (2): Parte III (Item 5 – A sócia majoritária como prestadora de serviços; Item 6 – A Gemini e Dilma Rousseff).
Terça-feira (3): Parte IV (Item 7 – A Gemini e o Conselho de Administração da Petrobras; Item 8 – A tentação dos preços sigilosos; Item 9 – A desastrosa opção: constituir uma sociedade).
Quarta-feira (4): Parte V (Item 10 – Conclusões; Item 11 – Relação de anexos (ANEXO I a ANEXO XXIII).
João Vinhosa é ex-conselheiro do extinto Conselho Nacional do Petróleo. joaovinhosa@hotmail.com
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Lula disse que vai voltar para a porta da fábricas e fazer campanha para a Dilma
Queria ver o Lula na frente das fábricas.
Só vejo ele em ambientes altamente controlados e com claque paga, nem em Pernabuco, que dizem que ele é quase uma unanimidade, ele fez comício (por sinal,ilegal ) com a "doutora" numa quadra de esportes fechada ao público e bem longe do Festival de Inverno que ocorria na cidade. No Maracanã, vocês lembram, foi aquela vaia maravilhosa e olha que os cariocas estão apoiando o Cabral baba ovos de Lula.
Quero ver o Lula nas ruas, no meio do povo pedindo votos para a ex-terrorista.
Só vejo ele em ambientes altamente controlados e com claque paga, nem em Pernabuco, que dizem que ele é quase uma unanimidade, ele fez comício (por sinal,ilegal ) com a "doutora" numa quadra de esportes fechada ao público e bem longe do Festival de Inverno que ocorria na cidade. No Maracanã, vocês lembram, foi aquela vaia maravilhosa e olha que os cariocas estão apoiando o Cabral baba ovos de Lula.
Quero ver o Lula nas ruas, no meio do povo pedindo votos para a ex-terrorista.
Jornalismo falido X jornalismo online - Ipojuca Pontes
"Por sua vez, o jornalismo eletrônico, quando exercido à vera, sem a inibição dos códigos de redação e intermediários de praxe, cria uma ambiência especial, feita de independência, pesquisa e ousadia que só encontra paralelo no extraordinário clima de parceria que se estabelece entre quem escreve e quem lê. Não é por outro motivo, penso, que há quem passe entre 10 e 12 horas por dia navegando (termo preciso) na internet, transformando-se o navegador num potencial repassador de matérias, ou seja, num internauta." Leia mais aqui
terça-feira, 27 de julho de 2010
Fugindo dos debates
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Post perfeito do Coronel - transcrevo pra vocês
Estratégia errada é a do PT.
Cometer crimes eleitorais em série. Usar a máquina pública de forma desavergonhada. Fazer dossiês contra o adversário. Instituir o presidente que tem "folga". Casar agenda de candidato com autoridade para mascarar ilegalidades. Abrir os cofres públicos para comprar apoios regionais. Quebrar sigilo fiscal e bancário de cidadãos. Espalhar mentiras sobre privatizações e fim de programas sociais. Cooptar sindicatos à base de centenas de milhões tirados do bolso do trabalhador. Comprar institutos de pesquisa. Enfim, com tudo isso, com toda esta corrupção desenfreada e esta senda de ilegalidades, o resultado é:
SERRA 37%
Dilma 36%Queriam estar à frente desde maio e não conseguiram. A bichinha palanqueira empacou. Não tem Cristo chamado em vão que vá desatolar a anta. A boneca está cada vez mais redondinha, de tão inflada, mas não avança. O Brasil pode mais. E observem bem o discursinho imbecil, feito por ministro que faz campanha em hora de trabalho e por companheiro das FARC no Foro de São Paulo, baseado no seguinte:
1. As pesquisas são boas para Dilma
2. O Serra vai ter que atacar o Lula
3. Mostrar as podridões do PT não funcionou
Se não tivesse funcionado, eles estariam bem quietinhos, deixando o adversário se ferrar. Estariam de boquinha fechada. Ei, petralhas, desta vez não há amadores. O Brasil pode mais.
Será que vamos perder o Diogo Mainardi?

Um dos poucos jornalista que falam a verdade doa a quem doer postou em seu blog que vai embora.
Tomara que não. Leia aqui
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