segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Que dupla!


Quase não se escuta a população comentar o escândalo na Casa Civil.
Cadê a imprensa desse país?!
O povo vai votar no escuro! Ninguém sabe direito quem são essas mulheres. Vão votar na Dilma porque ela é a "muié do Lula"!!!
Esse país tem jeito?

sábado, 11 de setembro de 2010

O Spon não perde uma!

É isso aí! Quem não gosta de política acaba governado por quem gosta.

Ela é o braço direito da Dilma!

Mais um escândalo desse governo. Mais um!!!

Coturno Noturno

Operação Mãos Dadas. O maior escândalo de corrupção petista de todos os tempos.

Reinaldo Azevedo publica o que a Veja está trazendo para as bancas: um escândalo muito maior do que o Mensalão, é roubo de dinheiro público comandado pela parentalha que tem livre trânsito dentro do Palácio do Planalto. É uma vergonha. Quem comanda tudo, segundo a Veja, é o filho da sucessora de Dilma na Casa Civil, a sua amiga, confidente e companheira Erenice Guerra. As revelações são estarrecedoras. Aqui os links: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 ou corram para o Reinaldo!
..................................................................................
A “Carta ao Leitor” de VEJA, que segue abaixo, faz uma síntese do caso. Leiam:

“A reportagem desta edição de VEJA revela que Israel Guerra, filho de Erenice Guerra, braço direito de Dilma Rousseff enquanto ela foi a incontrastável ministra-chefe da Casa Civil e sua sucessora na pasta, comanda um escritório de lobby em Brasília que trabalha azeitando negócios de empresários com o governo. A Casa Civil fica no 4° andar do Palácio do Planalto, exatamente acima do gabinete do presidente da República. Fossem os tempos que correm menos relativos em termos éticos, isso bastaria para deixar clara a inadequação do arranjo familiar montado no ministério mais próximo de Lula e mais poderoso da hierarquia administrativa do país. Existem evidências de que a ministra, pessoa da intimidade e da mais estrita confiança de Dilma Rousseff, é responsável pelo sucesso dos negócios do filho com órgãos públicos. Empresários que desfrutaram da confiança de Israel e Erenice contam que a ministra participa de reuniões com clientes do filho e se compromete a abrir portas. O caso assume feições nigerianas de gestão pública quando a reportagem desce a detalhes do que se passa logo acima da cabeça do presidente. Um empresário do setor aéreo contou como conseguiu contratos de 84 milhões de reais nos Correios mediante a intervenção direta de Erenice Guerra, a cuja presença ele foi levado pelo filho. O negócio só saiu depois de assinado compromisso de pagamento de uma “taxa de sucesso” de 6% do valor dos contratos, cujo destino manifesto pelos lobistas-familiares-assessores-militantes petistas seria saldar “compromissos políticos”‘.

Reinaldo Azevedo comenta:

Dois assessores montaram um balcão de negócios na Casa Civil. Eles foram nomeados funcionários públicos, mas atuam como lobistas, recebendo ordens do filho de Erenice Guerra. A publicação da reportagem a vinte dias do primeiro turno das eleições fará brotar acusações de que o objetivo é prejudicar a candidata oficial, Dilma Rousseff. São especulações inevitáveis. Mas quais seriam as opções? Não publicar? Só publicar depois das eleições? Essas não são opções válidas no mundo do jornalismo responsável, a atividade dedicada à busca da verdade e sua revelação em benefício do país.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Ótimo texto da Dora Kramer

Macunaíma

Por Dora Kramer, no Estadão:

Só porque é popular uma pessoa pode escarnecer de todos, ignorar a lei, zombar da Justiça, enaltecer notórios malfeitores, afagar violentos ditadores, tomar para si a realização alheia, mentir e nunca dar um passo que não seja em proveito próprio?

Depende. Um artista não poderia, sequer ousaria fazer isso, pois a condenação da sociedade seria o começo do seu fim. Um político tampouco ousaria abrir tanto a guarda.
A menos que tivesse respaldo. Que só revelasse sua verdadeira face lentamente e ao mesmo tempo cooptasse os que poderiam repreendê-lo, tornando-os dependentes de seus projetos dos quais aos poucos se alijariam os críticos, por intimidação ou desistência.

A base de tudo seria a condescendência dos setores pensantes e falantes, consolidada por longo tempo.

Para compor a cena, oponentes tíbios, erráticos, excessivamente confiantes, covardes diante do adversário atrevido, eivados por ambições pessoais e sem direito a contar com aquele consenso benevolente que é de uso exclusivo dos representantes dos fracos, oprimidos e ignorantes.

O ambiente em que o presidente Luiz Inácio da Silva criou o personagem sem freios que faz o que bem entende e a quem tudo é permitido - abusar do poder, usar indevidamente a máquina pública, insultar, desmoralizar, sem que ninguém se disponha ou consiga lhe pôr um paradeiro - não foi criado da noite para o dia.

Não é fruto de ato discricionário, não nasceu por geração espontânea nem se desenvolveu apenas por obra da fragilidade da oposição. É produto de uma criação coletiva.

Da tolerância de informados e bem formados que puseram atributos e instrumentos à disposição do deslumbramento, da bajulação e da opção pela indulgência. Gente que tem pudor de tudo, até de exigir que o presidente da República fale direito o idioma do País, mas não parece se importar de lidar com gente que não tem escrúpulo de nada.

Da esperteza dos arautos do atraso e dos trapaceiros da política que viram nessa aliança uma janela de oportunidade. A salvação que os tiraria do aperto no momento em que já estavam caminhando para o ostracismo. Foram todos ressuscitados e por isso são gratos.

Da ambição dos que vendem suas convicções (quando as têm) em troca de verbas do Estado, sejam sindicalistas, artistas, prefeitos ou vereadores.

Da covardia dos que se calam com medo das patrulhas.

Do despeito dos ressentidos.

Do complexo de culpa dos mal resolvidos.

Da torpeza dos oportunistas.

Da pusilanimidade dos neutros.

Da superioridade estudada dos cínicos.

Da falsa isenção dos preguiçosos.

Da preguiça dos irresponsáveis.

Lula não teria ido tão longe com a construção desse personagem que hoje assombra e indigna muitos dos que lhe faziam a corte, não fosse a permissividade geral.

Nada parece capaz de lhe impor limites. Se conseguir eleger a sucessora, vai distorcer a realidade e atuar como se presidente fosse. Se não conseguir, não deixará o próximo governo governar.

Agora, é sempre bom lembrar que só fará isso se o País deixar que faça, como deixou que se tornasse esse ser que extrapola.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Dá pra acreditar nessa gente?

É isso aí Carlos Vereza!

"GUERRILHEIROS VIRTUAIS"

Mais três sigilos da receita federal foram violados pelos bucaneiros do PT, que, como sempre,negam, como negaram o mensalão, os assassinatos de Celso Daniel, Toninho de Campinas, e, agora, a estranha morte do escritor Ives Hublet.

Eles não têm limites: a sordidez deformou-lhes o carater, o próprio perispírito, "deíficaram-se", cinicos, como o Capo que lhes dá a linha de atuação!

Como ficou claro para mim, espirita, que nem sempre a voz do povo é a voz de Deus; que o norte e o nordeste, são, por circuntâncias históricas, o campo fértil dos reacionários! A Bahia, por exemplo, foi o único estado que atirou contra a Coluna Prestes, que, entre outras causas, lutava por eleições limpas... E o que vemos agora? Exatamente o foco explorado pelo Grande Guia, são essas regiões, mantidas através dos séculos em estado de miséria, sem noção de cidadania, que anestesiadas pelas inúmeras bolsas, poderão levar à presidência do país a nova burguesia sindical!

Esta corja não acredita em Deus, não acredita na lei matemática de causa e efeito. Megalômanos, egos inflados pela sede de poder, não sabem que são finitos na matéria e que terão de prestar contas aos senhores do Carma!

Não duvidem: eles serão capazes de tudo! Das mais abjetas ações terroristas à calunia, difamação, quebras de sigilos, "guerrilheiros virtuais", como se autodefinem, enfim, o mais puro fascismo travestido de "esquerda!"

Aguardem novos golpes baixos! O repertório é inesgotável!

Que José Serra, denuncie à nação o verdadeiro significado do cataclisma chamado Lula da Silva!

Estamos Juntos!
Carlos Vereza

Lembram do Prefeito ladrão? Olha ele aí gente!

Esta na cadeia aliado de Dilma no Mato Grosso
O prefeito de Dourados, a segunda maior cidade do Mato Grosso, Ari Artuzi (PDT), aliado de primeira hora da candidata Dilma, está fazendo campanha no 3º DP de Campo Grande, onde se encontra enjaulado, por ter montando um esquema aperfeiçoado do mensalão de José Dirceu. Usava propinas para corromper a Câmara e enriquecer. Chega a ser patológico o habito da candidata Dilma se aliar a corruptos e foras da lei

Foto: Assecom/Prefeitura de Dourados

AMIGOS PARA SEMPRE -O prefeito de Dourado, Ari Artuzi abraçado a Dilma Dossiêff, há oito dias, está agora na cadeia, por corrupção: recebia 10% de todas as obras feitas no município. Pretendia ficar milionário com as promessas de implantação de obras do PAC na cidade.

The passira News

Não dá pra votar nessa mulher!

Dilma dá prejuízo de R$ 1 bi e prejudica os mais pobres
Quando ministra das Minas e Energia, a candidata Dilma ignorou falha no cálculo da tarifa de luz apontada por TCU em contas de luz. Mesmo avisada três vezes pelo órgão nada fez. A sua incompetência e soberba fez com que consumidores de energia de baixa renda subsidiassem os mais ricos. O erro resultou no gasto inadequado, entre 2002 e 2007, de R$ 2 bilhões de um fundo mantido por consumidores de todo o país. Do total, R$ 989 milhões corresponderam à passagem de Dilma pelo ministério, de 2003 a 2005.

Foto: Getty Image

BURRA OU INCOMPETENTE? - Dilma Dossieff demonstra no ato sua incompetência, prepotência, desleixo e insensibilidade com os mais pobres. Comprovado pelo Tribunal de Contas

Toinho de Passira
Fonte: Folha de São Paulo

O jornalista Rubens Valente da Folha de São Paulo reporta que o Tribunal de Contas da União, desmoraliza a teoria propagada pelo Partido dos Trabalhadores e pelo presidente Lula que a candidata à Presidência Dilma, do Dossiê, é uma eficiente gestora.

Entre outras deficiências rotineiras, o Tribunal aponta de foram insofismável que um erro cometido por ela à frente do Ministério de Minas e Energia causou aos cofres públicos um prejuízo que beira R$ 1 bi.

Segundo as decisões do tribunal, Dilma tardou em reconhecer e corrigir deficiências na tarifa social, um benefício concedido a consumidores de luz de baixa renda.

O erro resultou no gasto inadequado, entre 2002 e 2007, de R$ 2 bilhões de um fundo mantido por consumidores de todo o país. Do total, R$ 989 milhões corresponderam à passagem de Dilma pelo ministério, de 2003 a 2005.

A tarifa é coberta por um encargo embutido na conta de luz, a CDE (Conta de Desenvolvimento Energético).

Gerido pelo governo, o fundo CDE remunera as distribuidoras de energia de acordo com o número de famílias beneficiadas pela tarifa social, além de bancar o Luz para Todos e outros programas federais.

Os R$ 2 bilhões que, segundo o TCU, foram desperdiçados, poderiam ter sido usados para investimentos federais ou mesmo na ajuda a famílias pobres.

Na época, um dos critérios para a concessão do benefício era o consumo residencial. Os técnicos do tribunal, contudo, concluíram que consumidores que gastavam pouco (até 80 kWh por mês), não eram, necessariamente, pobres -caso de donos de casas de veraneio.

Por outro lado, consumidores de fato pobres ficavam de fora do desconto, pois podiam registrar consumo acima de 80 kWh/mês, devido ao alto número de moradores sob um mesmo teto.

Ou seja, consumidores pobres subsidiaram ricos.

O tribunal propôs, então, a reformulação dos critérios do benefício. Em três comunicados, o TCU alertou a ministra Dilma sobre o problema.

Mas Minas e Energia só contratou o estudo requisitado pelo TCU em 2006, quando Dilma já tinha ido para a Casa Civil. E a lei acabou sendo alterada apenas em 2010.


A incompetência de Dilma na primeira página da Folha
A primeira advertência ocorreu em abril de 2003. O então presidente do tribunal, Valmir Campelo, informou que os ministros, em votação no plenário, haviam aprovado acórdão que apontava as inconsistências.

O texto recomendava à ministra, "com a urgência que o assunto requer", que adotasse cinco medidas, incluindo a contratação de estudo que indicasse o cálculo mais adequado para a tarifa.

Em 2004, o TCU mandou para o ministério um grupo de analistas, que por 19 dias avaliou se as recomendações haviam sido adotadas. A equipe concluiu que a ministra não tinha feito as mudanças nem contratado o estudo.

O ministério alegou dificuldades para unificar o cadastro dos programas sociais e pediu mais tempo. A explicação não convenceu. "Tal postura é preocupante", advertiram os analistas.

Em 2005, os ministros do TCU reiteraram as recomendações de 2003. Dilma foi notificada, por duas vezes, no mês de fevereiro.

Dois meses depois da saída de Dilma da pasta, o novo ministro, Silas Rondeau, criou um grupo de trabalho sobre o tema. O estudo requisitado desde 2003 foi contratado pelo governo no dia 16 de janeiro de 2006.

A partir daí, o governo trabalhou para aprovar uma lei sancionada por Lula em janeiro deste ano.

Ou seja, quer sob o tacão da Ministra, nas Minas e Energia, quer sob sua responsabilidade como Chefe da Casa Civil, encarregada da elaboração das propostas de leis do executivo, a “incompetente” Dilma, mais preocupada em elaborar dossiês e em ser candidata, levou todo o governo Lula, exatos sete anos, para corrigir o problema enquanto R$ 2 bi escorregavam pelo ralo.
http://thepassiranews.blogspot.com/

Nuncantesnestepaíz!!! Que absurdo Meu Deus!

O PT pede e o TSE atende: o eleitorado está proibido de saber que Collor apoia Dilma

O ministro Joelson Dias, do Tribunal Superior Eleitoral, decidiu neste domingo proibir o PSDB de continuar veiculando o vídeo que registra mais uma declaração de apoio do ex-presidente Fernando Collor à candidatura de Dilma Rousseff. A liminar pedida pelo PT argumenta que gravações externas não podem ser exibidas no horário eleitoral. Conversa fiada: o que se pretende é o sumiço de uma das incontáveis provas de que Collor é hoje um bom companheiro.

“Não se esqueçam desse nome: Dilma Rousseff, presidenta, número 13 na cabeça no próximo dia 3 de outubro”, aparece berrando num comício o ex-inimigo que virou amigo de infância de Lula. Os responsáveis pelo programa apenas acrescentaram uma legenda redundante: “Collor é Dilma”. Nenhuma novidade, certo? Errado, decidiu o ministro Joelson Dias no despacho em que ensina que o vídeo “expõe o eleitor a uma informação falsa sobre o quadro da disputa eleitorall”.

Pela primeira vez, um partido pediu à Justiça que proibisse a veiculação na TV de uma declaração de apoio a uma candidatura do próprio partido. Pela primeira vez, um ministro do TSE tenta censurar uma informação verdadeira por achar que uma informação verdadeira distorce a percepção da realidade. Se Collor é Dilma, por que o eleitorado não pode saber que Collor é Dilma?

É inútil impedir que programas humorísticos façam piadas eleitorais. Políticos e magistrados cuidam disso. E não precisa da ajuda de profissionais do riso quem conta com uma Dilma Rousseff. Na entrevista coletiva de hoje, um jornalista quis saber o que a candidata tinha a dizer sobre a aliança com Fernando Collor. Resposta:

— São problemas da liberdade democrática.

Vejam o vídeo. E não percam a chance de irritar o PT: contem a todo mundo que Collor é Dilma.

Augusto Nunes na Veja.


quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Só no Brasil

A Dilma não consegiu gerenciar um lojinha de R$ 1,99 e Lula quer que ela adiministre o Brasil!

A explicação escandalosa de Dilma para não ter conseguido gerenciar nem uma lojinha de R$ 1,99. Ela fornece dados mentirosos sobre a economia do país. Eu provo!

Na década de 90, Dilma montou duas lojas para vender bugigangas importadas do Panamá. Não deu certo. A gerente do PAC não conseguiu levar o negócio adiante. O “empreendimento” durou um ano e cinco meses. Fechou em julho de 1996. “A gente esperava uma loja com artigos diferenciados, mas, quando ela abriu, era tipo R$ 1,99. Eram uns cacarecos”. A afirmação é de Bruno Kappaun, dono de uma tabacaria no centro comercial Olaria, onde se instalou uma das lojas. E como Dilma explica a sua incompetência? Vocês podem não acreditar, mas aconteceu! Ela culpou… FHC!!! Não por acaso, o nome do empreendimento era “Pão & Circo”. Pão, pelo visto, não rendeu. Mas continua a render circo…

Na tarde desta terça, depois de um encontro com Robson Andrade, presidente da CNI (Confederação Nacional da Indústria), a mulher que quer comandar o Brasil explicou por que não conseguiu tocar duas lojinhas de 1,99: “Quando o dólar está 1 por 1 e passa para 2 ou 3 por 1, ele [o microempresário] quebra. É isso que acontece com o microempresário, ele fecha. A minha experiência é essa e de muitos microempresários desse pais”.

Ah, bom!

Só que Dilma está contando o contrário da verdade. E isso parece ser um traço compulsivo de seu caráter. O que quer dizer “dólar a 3 por 1″? É assim, com essa clareza, que ela pretende governar o país se eleita?

Todos vocês sabem que lojas de produtos importados prosperam com mais facilidade quando a moeda local está valorizada em relação ao dólar, certo? Gastam-se menos reais para comprar bugigangas lá fora. É o que temos hoje, diga-se. Os brasileiros nunca gastaram tanto em viagens ao exterior porque os preços, em dólar, estão baixos.

Não! Dilma fechou por incompetência mesmo! Ela abriu sua lojinha quando um dólar valia menos de R$ 1. Era o melhor momento. E fechou quando havia justamente a paridade, “1 por 1″, e não “3 por 1″, como ela afirma. Segue a cotação do dólar em real mês a mês, enquanto a loja da ministra durou. Com competência, poderia ter ficado rica trabalhando:


1995
Fevereiro 0.837
março 0,884
Abril 0,905
Maio 0,891
Junho 0,909
Julho 0,926
Agosto 0,942
Setembro 0,953
Outubro 0,958
Novembro 0,962
Dezembro 0,967


1996
Janeiro 0,972
Fevereiro 0,982
Março 0,986
Abril 0,989
Maio 0,995
Junho 1,001
Julho 1,006

Vale dizer: Dilma teve a sua lojinha de porcariada importada do Panamá no melhor momento da história do Brasil para se ter algo do tipo — aliás, para se vender importados, para ricos ou para pobres. Como se nota, não só o real não estava desvalorizado como foi o período de maior valorização de sua história. Aliás, os críticos do governo acusavam a valorização excessiva, não o contrário. E não é por acaso. Vejam as tabelas acima.

Querer acusar o governo anterior por um fracasso pessoal revela, sem dúvida, um traço de caráter. Mentir de forma tão abismal sobre um período da economia, afirmando justamente o contrário do que aconteceu, bem, aí já é uma questão que tem também uma dimensão política. E eu fico muito impressionado que uma mentira possa ser dita com esse desassombro, com essa ligeireza, na certeza de que não será contraditada.

Mas eu entendo: essa gente se acostumou a dizer qualquer coisa. A besteira vai para a rede, ninguém contesta, e fica tudo por isso mesmo. Afinal, vivemos a era do “aspismo”. Se Dilma afirmar que rinoceronte é uma ave, sua versão será publicada sem contestação. Quem quiser que forneça o “outro lado”, e o leitor escolhe se rinoceronte é ave ou réptil, se é que me entendem…

Por Reinaldo Azevedo


quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Estamos vivendo um estado policial

Metralhadora giratória

jose_serra_34Candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra decidiu descer do muro, tirar a fantasia de bom moço e partir para o ataque contra o PT e a sua presidenciável, a neopetista Dilma Rousseff.

Entrevistado por Cristiane Pelajo e William Waack, do Jornal da Globo, serra disse, na noite de terça-feira (31), que é mentirosa a afirmação do governo Lula e do staff da campanha de Dilma Rousseff de que os dados fiscais de sua filha foram acessados por funcionários da Receita Federal a pedido da própria Verônica Serra. O candidato tucano afirmou que trata-se de um crime cometido por pessoas que se acostumaram com a mentira.

Dilma tem declarado reiteradas vezes que seu adversário tenta embolar o processo eleitoral com afirmações supostamente levianas sobre a quebra de sigilos fiscais e a confecção de dossiês, mas é preciso reconhecer que o PT nutre conhecida obsessão por documentos, apócrifos ou não, contra os que fazem oposição ao partido ou ao governo do messiânico Lula da Silva.

A tentativa de emplacar um dossiê contra José Serra é um sonho antigo, acalentado desde 2004, quando o tucano tomou a prefeitura de São Paulo das mãos da petista Marta Suplicy. Na ocasião, sem sucesso algum, emissários que diziam representar o Partido dos Trabalhadores tentaram convencer o editor do ucho.info a produzir um dossiê contra Serra. Recoberta por ousadia, a última tentativa aconteceu em um restaurante de comida judaica encravado nos Jardins, região nobre da capital paulista. Diante das seguidas negativas e do insucesso da operação, os contrariados emissários passaram a intimidar os familiares do editor, que teve os seus telefones criminosamente grampeados.

O patrulhamento que tem sido anunciado como marca de um eventual governo de Dilma Rousseff já funciona com antecedência. Prova maior foi a violação do sigilo fiscal da apresentadora Ana Maria Braga, da Rede Globo, e dos proprietários das Casas Bahia, supostos eleitores de José Serra.

Financiado pelo suado dinheiro do contribuinte, o ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, que deveria cuidar apenas dos assuntos do governo Lula, passa a maior parte do tempo defendo Dilma Rousseff das acusações disparadas pelos adversários, como se o PT fosse uma reunião de inocentes monges tibetanos. Se Padilha, um boquirroto que deveria se ater às incumbências do cargo, deveria explicar as razões que levaram o Palácio do Planalto a não violar o sigilo fiscal dos envolvidos no escândalo do Dossiê Cuiabá, protagonizados por “companheiros” que receberam de Lula o rótulo de “aloprados”. De igual maneira, os palacianos também não violaram o sigilo fiscal de Vavá, o irmão do presidente-metalúrgico que se achou no direito de vestir a fantasia de lobista.

Do alto de sua conhecida incompetência, Alexandre Padilha disse que o brasileiro deve ficar tranquilo em relação à integridade de seus dados fiscais, pois o governo do presidente Lula da Silva não compactua com esse tipo de ação. O ministro esqueceu-se de contar aquela piada do papagaio. Ucho.Info

Leiam também -
Só instituições mais fortes impedirão a devassa geral PDF Imprimir E-mail
01 de setembro de 2010
Por José Nêumanne - O Estado de S.Paulo (*) Clique aqui

Isto é o povo brasileiro. Bando de asnos!


Se as pesquisas que dão 80% de aprovação a esse governo estiverem certas, o brasileiro está mal, muito mal. Tudo, ou quase tudo que a Dilma e o Lula falam não correspondem aos fatos, mas o povo, completamente cego pela propaganda, e que propaganda! (R$ 7,7 bilhões! em 7 anos e meio) acredita piamente nessa gente.
Estamos lascados!